Rack com ventosa para qualquer carro

Lista de Material necessário:

2 Ventosas Dupla para vidro capacidade até 25Kg .

2 canos de 1 Metro com mesmo diâmetro da empunhadura da ventosa(Galvanizado,Alumínio ou PVC).

6 metros de corda

Lista de Ferramentas Necessárias: arco de serra e estilete ou faca.

Serre as 2 ventosas ao meio.

Encaixe o tubo entre as duas partes da ventosa.

Divida a corda em 2 partes e Passe por dentro das ventosas e do tubo como na figura acima.

Feche  as portas do carro prendendo a corda por dentro como na figura acima.

Isto é importante pois se por um acaso o suporte se soltar do teto as cordinhas farão o papel de trava de segurança.

Dica importante:Limpe bem o teto do carro com um pano para remover toda a poeira e aplique um pouco de água no momento da fixação da ventosa.

Acho que é isso ! Ficou muito bom veja as fotos de alguns carretos que já fiz!:D

 

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Controle Remoto Ar Condicionado Samsung Fahrenheit para Celsius

Tirou as pilhas do seu controle remoto e quando o display voltou estava em Fahrenheit e tudo desconfigurado?

Vamos resolver!

1º Passo – Retire as pilhas do controle remoto.

2º Passo – Aperte um botão qualquer do controle remoto durante 30 Segundos.

3º Passo – Ligue seu Ar condicionado manualmente,No painel frontal do aparelho.

4º Passo – Aponte seu controle remoto para ar condicionado e coloque as pilhas com ele apontado para o painel frontal.

Bem se seguiu todos os passos seu problema foi resolvido!

Resolvi compartilhar pois não encontrei esta solução e no meu caso resolveu!Se não resolveu realmente vc vai ter que recorrer a assistência Técnica do Aparelho.Boa Sorte!E Obrigado!

Albany Timbó Mesquita

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Ciência e tecnologia no Brasil continuam fora da agenda

Passado

O Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) reuniu nesta semana especialistas de todo o país para discutir ações para conscientizar a sociedade e os tomadores de decisão sobre a importância do financiamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação.

José Goldemberg, presidente da FAPESP, destacou três razões pelas quais a ciência e a tecnologia são importantes para países emergentes, como o Brasil. A primeira delas é que mesmo para importação de tecnologias é preciso ter pessoas com capacitação para escolher a melhor opção que será adotada pelo país. “O setor privado faz isso o tempo todo e os governos também precisam disso [de pessoas capacitadas” para fazer suas escolhas”, afirmou.

A segunda razão é que países em desenvolvimento têm algumas características próprias que permitem implementar tecnologias que efetivamente não foram exploradas adequadamente pelos países centrais, como foi o caso do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), iniciado em 1975 no Brasil. “Os Estados Unidos iniciaram seu programa para produção de biocombustível nos anos 2000 com características não tão boas quanto as do Proálcool”, comparou.

Já a terceira razão pela qual ciência e tecnologia são importantes para o Brasil, de acordo com ele, é que há pessoas talentosas em todo os lugares do mundo e que avanços nessas áreas ocorrem também em países que não são centrais.

Produtividade

Mas, por enquanto, isso parece soar melhor no campo das teorias do que na prática. Na avaliação do presidente da Finep, Marcos Cintra Cavalcanti, ainda não há uma clara percepção no Brasil da importância da C, T&I para o desenvolvimento econômico e social do país.

“Qualquer país que paralisa seus investimentos em ciência e tecnologia dificilmente irá conseguir recuperar seu espaço perdido nessas áreas, porque o mundo está avançando. Se perdermos a visão da fronteira tecnológica mundial estaremos fadados a ser meras colônias do ponto de vista científico e tecnológico e caudatários no processo de desenvolvimento econômico”, disse ele.

De acordo com dados apresentados no evento, o Brasil tem aumentado seu hiato tecnológico em relação ao restante do mundo. A produtividade do país no período de 1990 a 2014, por exemplo, cresceu apenas 4%. “É absolutamente impossível conseguir atingir uma trajetória sustentável de crescimento sem que a produtividade do país cresça. Não é possível gerar bons empregos e bons salários com baixa produtividade”, afirmou Eduardo Moacry Krieger.

Segundo ele, o fator determinante para o crescimento da produtividade é a inovação tecnológica, que demanda um forte investimento não só nessa área, como também em ciência e tecnologia: “A produtividade é um fator decisivo tanto para os países desenvolvidos como para os em desenvolvimento. E sem um forte investimento em ciência, tecnologia e inovação, a produtividade do Brasil não vai crescer”.

Desindustrialização

O esforço nacional em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ainda é baixo em comparação com outros países, situação que foi agravada pela recente crise econômica do país.

Segundo estimativas apresentadas por Krieger, os dispêndios públicos e privados em P&D no Brasil caíram nos últimos três anos e voltaram ao patamar de 1% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB): “Já havíamos chegado a 1,2% do PIB e há 15 anos os dispêndios eram de 1,1%. Agora regrediu, enquanto vários outros países têm avançado e definido metas mais ambiciosas para aumentar seus gastos em P&D”.

Um dos fatores que explicam essa retração, de acordo com Carlos Américo Pacheco, foi a forte queda da participação da indústria no PIB brasileira – que representa a principal fonte de dispêndio em P&D no país -, o que contribuiu para jogar para baixo os indicadores privados.

 

Fonte: site inovação tecnológica.

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Sistema para bloquear celular pirata começa a funcionar segunda-feira Aparelhos sem certificação ainda vão funcionar pelo menos até setembro. Celular e tablet ‘xing ling’ serão impedidos de usar rede.

Começa a funcionar na segunda-feira (17) o sistema desenvolvido pelas operadoras brasileiras para bloquear no país aparelhos como celulares e tablets, piratas ou mesmo originais, que não possuem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel). Porém, esses eletrônicos vão continuar a funcionar normalmente pelo menos até setembro, quando as desativações devem efetivamente começar. Até lá, o sistema vai apenas montar um banco de dados com informações sobre os equipamentos em uso no Brasil.

A medida vai atingir todos os aparelhos que usam chip e acessam a rede móvel das operadoras, incluindo tablets e até maquinas de cartão de crédito, desde que não sejam homologados. O site da Anatel permite a consulta dos aparelhos homologados e certificados (veja aqui).

Também podem deixar de funcionar eletrônicos originais, importados ou comprados no exterior, cujo modelo não seja certificado no Brasil. Para estes casos, a recomendação da agência é que os consumidores, antes de comprarem equipamento fora do país, confirmem antes se o modelo já foi homologado aqui.

Bancado por operadoras
A criação do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que vai permitir o bloqueio, atende a lei do setor de telecomunicações que diz que só podem funcionar aqui aparelhos homologados pela Anatel, ou seja, que comprovam o cumprimento de algumas exigências técnicas e, por isso, recebem um selo da agência.

Este selo pode ser encontrado nas embalagens ou nos próprios aparelhos e a Anatel orienta os consumidores a confirmar a presença dele antes da compra.

O desenvolvimento desse sistema foi revelado pelo G1 em novembro de 2012. Na época, a previsão era que entraria em funcionamento no primeiro trimestre de 2013. Ele é bancado por Oi, Claro, TIM e Vivo a um custo estimado de cerca de R$ 10 milhões.

Cerco ao ‘xing ling’
O principal objetivo da Anatel e das empresas é retirar do mercado equipamentos de baixa qualidade, conhecidos como “xing ling”, e que normalmente entram no país via contrabando. Segundo a agência, eles podem prejudicar a saúde dos usuários, pois não se sabe o nível de radiação que emitem e nem os componentes que usam, o que leva a risco até de explosão. Além disso, podem provocar ruídos na rede das operadoras e atrapalhar o uso do serviço de voz ou internet móvel por outros clientes. E, no caso dos contrabandeados, o governo ainda deixa de arrecadar impostos.

Entretanto, a Anatel e as operadoras não têm ideia de quantos aparelhos não homologados estão em funcionamento hoje no país. Com a entrada em operação do Siga, vai ser possível conhecer esse número.

Sem surpresas
O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins, diz que os bloqueios só devem começar daqui a seis meses e que os usuários que usam aparelho irregular serão avisados antes de terem o serviço cortado.

“Provavelmente teremos uma campanha [para orientar os usuários], mensagens com avisos. Ninguém vai ter o aparelho desabilitado de um dia para o outro”, disse Martins. Porém, ele orienta os consumidores a desde já evitar a compra de não certificados. “As pessoas têm que tomar cuidado para não fazer investimento em um telefone que pode depois não funcionar.”

De acordo com o superintendente, passado esse período de seis meses, o Siga deve, primeiramente, passar a impedir a entrada de novos aparelhos irregulares na rede das operadoras. Isso quer dizer que o bloqueio vai ocorrer no momento em que a pessoa fizer a habilitação de um novo chip usando equipamento não certificado.

O segundo passo, que ainda não está confirmado, seria o bloqueio dos telefones que já estão em funcionamento. Segundo Martins, porém, a Anatel pode optar por não adotar essa medida. “A tendência é que esses aparelhos não certificados que estão em operação desapareçam com o tempo. Eles terão que ser substituídos eventualmente e, quando a pessoa fizer isso, não vai mais poder dar entrada na rede com celular irregular.”

Como vai funcionar
A Anatel não dá muitos detalhes do funcionamento do Siga, pois alega que isso pode facilitar a ação de fraudadores que tenham a intenção de driblá-lo para continuar usando aparelhos irregulares. O sistema será operado pela ABR Telecom, que já é responsável pela administração da portabilidade numérica e pelo sistema que bloqueia celulares roubados.

A partir de segunda (17), portanto, o Siga vai montar um banco de dados dos telefones e outros aparelhos como tablets em uso no Brasil e que estejam ligados à rede de Oi, Vivo, TIM e Claro. Quando o usuário faz uma chamada de voz ou acessa a internet móvel, acontece uma troca de informações entre o aparelho que ele usa e a rede da operadora. É assim que o sistema vai conseguir identificar se aquele equipamento é ou não homologado.

Esse reconhecimento será feito por meio do código de identificação dos aparelhos, o chamado IMEI, captado pela central das operadoras. A Anatel possui uma relação dos IMEI de todos os modelos homologados no país. O que o sistema vai fazer é comparar o código do telefone com essa relação mantida pela agência e, se o número não estiver na lista, vai impedir que ele seja usado para fazer chamadas ou acessar a internet usando a rede móvel.

A Anatel nega que o Siga terá acesso a outras informações contidas nos aparelhos, como a relação das chamadas feitas pelos usuários, sites acessados com o celular ou o tablet e a agenda de contatos.

Fábio Amato Do G1, em Brasília

Boa Anatel.Agora vc vai tirar os aparelhos não homologados?(Que serão identificados pelas operadoras que vc deveria fiscalizar? ).

Amigos já vi tudo.

No máximo daqui a 2 anos só poderemos comprar aparelhos homologados pelas operadoras Oi, Vivo, TIM e Claro.

Ou seja aquele HTC show de bola nem pensar pois não é homologado.

E para quem comprava um aparelho mais barato e etc também não vai poder mais.

Agora se sua linha telefônica ficar parada  e vc não conseguir reparo com a operadora tenta reclamar na Anatel para  ver o que vc consegue.

Se todos pudessem ser os fiscais de seu próprio trabalho com certeza o pais pararia .

É meus amigos mais uma vez estamos sendo taxados de burro.

Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Albany Timbó Mesquita

Cientista da Computação

 

 

 

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Donos de Galaxy S5 têm enfrentado ‘erro fatal’ de câmera, confirma Samsung

Galaxy S5 tem apresentado sérios problemas para diversos usuários nos Estados Unidos. Segundo relatos, o novo top de linha Android da Samsung mostra um erro ao abrir o aplicativo da câmera, o que obriga a reinicialização do dispositivo. A única solução encontrada até o momento é a substituição do aparelho, já que a causa da falha ainda permanece desconhecida.

Veja também: Executivo da Samsung explica decisão de colocar plástico no Galaxy S5

Galaxy S5 tem apresentado problemas na câmera que exige a troca do aparelho (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Galaxy S5 tem apresentado problemas na câmera que exige a troca do aparelho (Foto: Allan Melo/TechTudo)

De acordo com os donos de celulares defeituosos, ao abrir o aplicativo nativo da câmera no Galaxy S5, o sistema apresenta a mensagem “Aviso: a câmera falhou” e trava. O problema só pode ser contornado com a reinicialização do aparelho, que fica impedido de fazer fotografias ou vídeos. Como não há nenhuma causa ou solução conhecida para o erro, a fabricante tem optado por fazer a troca imediata dos dispositivos.

Um funcionário da Samsung afirmou ao site americano The Verge que a empresa já tem conhecimento do problema, mas que este atingiria a um número pequeno de usuários. Até o momento, as reclamações são de clientes das operadoras norte-americanas Verizon e Sprint. No entanto, nada impede que lotes de aparelhos com o problema tenham sido distribuídos para outros países, como o Brasil.

A câmera do Galaxy S5 foi justamente um dos pontos que mais recebeu atenção da Samsung em seu lançamento. Além de ter tido a resolução aumentada de 13 para 16 megapixels, a nova máquina fotográfica tem ainda tecnologia ISOCELL e função HDR para fotos e vídeos. O aparelho chegou ao Brasil no último dia 12 por R$ 2.599.

NASA vai disponibilizar centenas de programas gratuitamente

A NASA anunciou que irá disponibilizar ao público, sem nenhum custo, mais de 1.000 programas de computador.

Organizados em quinze categorias gerais, os softwares englobam uma grande variedade de aplicativos para uso na indústria, academia, agências governamentais, e também pelo público em geral.

“Software é um elemento cada vez mais importante na carteira de ativos intelectuais da agência, que compõem cerca de um terço de nossas invenções relatadas a cada ano,” disse Jim Adams, do departamento de tecnologia da NASA. “Estamos muito animados de sermos capazes de tornar esses softwares amplamente disponíveis ao público com o lançamento de nosso novo catálogo de software.”

Segundo Adams, os códigos disponibilizados representam as melhores soluções encontradas pela NASA para uma ampla gama de tarefas complexas.

Os programas disponibilizados incluem aplicativos para gerenciamento de projetos, ferramentas de design, tratamento de dados e processamento de imagens, assim como soluções para funções de suporte à vida, aeronáutica, análise estrutural e sistemas robóticos e autônomos.

Abaixo link para o catalogo disponibilizado pela NASA.

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E damos viva ao open source.