Controle Remoto Ar Condicionado Samsung Fahrenheit para Celsius

Tirou as pilhas do seu controle remoto e quando o display voltou estava em Fahrenheit e tudo desconfigurado?

Vamos resolver!

1º Passo – Retire as pilhas do controle remoto.

2º Passo – Aperte um botão qualquer do controle remoto durante 30 Segundos.

3º Passo – Ligue seu Ar condicionado manualmente,No painel frontal do aparelho.

4º Passo – Aponte seu controle remoto para ar condicionado e coloque as pilhas com ele apontado para o painel frontal.

Bem se seguiu todos os passos seu problema foi resolvido!

Resolvi compartilhar pois não encontrei esta solução e no meu caso resolveu!Se não resolveu realmente vc vai ter que recorrer a assistência Técnica do Aparelho.Boa Sorte!E Obrigado!

Albany Timbó Mesquita

Categories: Outros, Utilidade Pública

IBM lançará computador quântico comercial

O processador quântico da IBM é baseado em qubits supercondutores. [Imagem: IBM]
O processador quântico da IBM é baseado em qubits supercondutores. [Imagem: IBM]
Upgrade quântico

A IBM anunciou que fará um upgrade do seu processador quântico disponível pela internet gratuitamente, passando a máquina de 5 para 20 qubits.

Embora haja discordâncias entre os cientistas da computação, algumas estimativas dão conta de que um processador quântico na faixa entre 50 e 100 qubits será mais poderoso do que qualquer supercomputador existente, ao menos para determinados tipos de programas.

Desde que foi colocado no ar, em maio do ano passado, o ambiente quântico online da IBM criou uma comunidade de mais de 40.000 usuários, que rodaram 275.000 pequenos programas experimentais. Embora o processador de 5 qubits não seja mais poderoso do que um notebook, o desenvolvimento de algoritmos quânticos é um dos grandes desafios para essa próxima geração da tecnologia da informação.

Entre os experimentos feitos no Quantum Experience, uma equipe da Universidade de Maryland rodou um comparativo entre o processador quântico da IBM e o processador construído pela própria equipe, que usa 5 qubits de íons aprisionados em armadilhas magnéticas, uma abordagem distinta dos qubits supercondutores. A conclusão é que o processador da IBM é mais rápido, mas oferece menos precisão. E a precisão – ou, dito de outra forma, o recurso de correção de erros – é um dos grandes desafios para a construção de processadores quânticos práticos e universais.

A interface com o processador quântico, chamada Composer, facilita o acesso aos qubits e circuitos lógicos, permitindo testar algoritmos que são muito diferentes dos usados nos computadores eletrônicos. [Imagem: IBM]
A interface com o processador quântico, chamada Composer, facilita o acesso aos qubits e circuitos lógicos, permitindo testar algoritmos que são muito diferentes dos usados nos computadores eletrônicos. [Imagem: IBM]

Processador quântico comercial

Com base no sucesso alcançado, a IBM também anunciou a disponibilização de um serviço comercial baseado em processadores e simuladores quânticos. O sistema, batizado de IBM Q, deverá ir ao ar até o final deste ano, e sua utilização será feita mediante o pagamento de uma assinatura, cujo valor ainda não foi divulgado.

Em nota, a empresa anunciou o desenvolvimento de uma interface mais amigável, que permitirá que os programas sejam escritos usando linguagens de programação comuns, como a Python. Mas ainda não está claro se os serviços se basearão em simuladores de circuitos quânticos ou somente em um processador quântico real.

A empresa vem apostando nos qubits supercondutores, que funcionam em um ambiente criogênico. Várias equipes já construíram processadores similares de pequeno porte, mas seu funcionamento é delicado e requer atenção contínua de físicos especializados. A construção de um processador quântico “de uso geral”, sobretudo um que possa ser operado de maneira transparente por usuários não-especializados, é tido como o grande avanço para a área da computação quântica – mas ainda não está claro se o IBM Q já deu esse passo.

A empresa canadense D-Wave oferece computadores quânticos há vários anos, mas seus processadores não são universais, podendo rodar apenas alguns tipos específicos de algoritmos quânticos. O Google também está investindo pesado em uma versão híbrida de processador quântico, além de ter interesse na própria D-Wave.

Bibliografia:

Experimental Comparison of Two Quantum Computing Architectures
N. M. Linke, D. Maslov, M. Roetteler, S. Debnath, C. Figgatt, K. A. Landsman, K. Wright, C. Monroe
arXiv
https://arxiv.org/abs/1702.01852

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Ciência e tecnologia no Brasil continuam fora da agenda

Passado

O Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) reuniu nesta semana especialistas de todo o país para discutir ações para conscientizar a sociedade e os tomadores de decisão sobre a importância do financiamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação.

José Goldemberg, presidente da FAPESP, destacou três razões pelas quais a ciência e a tecnologia são importantes para países emergentes, como o Brasil. A primeira delas é que mesmo para importação de tecnologias é preciso ter pessoas com capacitação para escolher a melhor opção que será adotada pelo país. “O setor privado faz isso o tempo todo e os governos também precisam disso [de pessoas capacitadas” para fazer suas escolhas”, afirmou.

A segunda razão é que países em desenvolvimento têm algumas características próprias que permitem implementar tecnologias que efetivamente não foram exploradas adequadamente pelos países centrais, como foi o caso do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), iniciado em 1975 no Brasil. “Os Estados Unidos iniciaram seu programa para produção de biocombustível nos anos 2000 com características não tão boas quanto as do Proálcool”, comparou.

Já a terceira razão pela qual ciência e tecnologia são importantes para o Brasil, de acordo com ele, é que há pessoas talentosas em todo os lugares do mundo e que avanços nessas áreas ocorrem também em países que não são centrais.

Produtividade

Mas, por enquanto, isso parece soar melhor no campo das teorias do que na prática. Na avaliação do presidente da Finep, Marcos Cintra Cavalcanti, ainda não há uma clara percepção no Brasil da importância da C, T&I para o desenvolvimento econômico e social do país.

“Qualquer país que paralisa seus investimentos em ciência e tecnologia dificilmente irá conseguir recuperar seu espaço perdido nessas áreas, porque o mundo está avançando. Se perdermos a visão da fronteira tecnológica mundial estaremos fadados a ser meras colônias do ponto de vista científico e tecnológico e caudatários no processo de desenvolvimento econômico”, disse ele.

De acordo com dados apresentados no evento, o Brasil tem aumentado seu hiato tecnológico em relação ao restante do mundo. A produtividade do país no período de 1990 a 2014, por exemplo, cresceu apenas 4%. “É absolutamente impossível conseguir atingir uma trajetória sustentável de crescimento sem que a produtividade do país cresça. Não é possível gerar bons empregos e bons salários com baixa produtividade”, afirmou Eduardo Moacry Krieger.

Segundo ele, o fator determinante para o crescimento da produtividade é a inovação tecnológica, que demanda um forte investimento não só nessa área, como também em ciência e tecnologia: “A produtividade é um fator decisivo tanto para os países desenvolvidos como para os em desenvolvimento. E sem um forte investimento em ciência, tecnologia e inovação, a produtividade do Brasil não vai crescer”.

Desindustrialização

O esforço nacional em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ainda é baixo em comparação com outros países, situação que foi agravada pela recente crise econômica do país.

Segundo estimativas apresentadas por Krieger, os dispêndios públicos e privados em P&D no Brasil caíram nos últimos três anos e voltaram ao patamar de 1% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB): “Já havíamos chegado a 1,2% do PIB e há 15 anos os dispêndios eram de 1,1%. Agora regrediu, enquanto vários outros países têm avançado e definido metas mais ambiciosas para aumentar seus gastos em P&D”.

Um dos fatores que explicam essa retração, de acordo com Carlos Américo Pacheco, foi a forte queda da participação da indústria no PIB brasileira – que representa a principal fonte de dispêndio em P&D no país -, o que contribuiu para jogar para baixo os indicadores privados.

 

Fonte: site inovação tecnológica.

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Motor a combustão vira fábrica de hidrogênio

Motor que produz hidrogênio

Já imaginou transformar um motor a combustão, com sua conhecida mania de queimar petróleo e exalar gases poluentes, em uma fábrica de hidrogênio, um combustível limpo que pode ser queimado em motores menos poluentes ou usado diretamente para produzir eletricidade em células a combustível?

Pois foi justamente isso o que fizeram David Anderson e seus colegas da Universidade de Tecnologia da Geórgia, nos EUA.

Acrescentando um catalisador, uma membrana de separação do hidrogênio e um sorvente de CO2 ao tradicional motor de quatro tempos, Anderson criou um sistema de reforma de hidrogênio que produz o combustível verde em temperatura relativamente baixa, em um processo que pode ser escalonado para maior ou para menor para atender necessidades específicas.

Isto significa, por exemplo, que o aparelho pode vir a ser usado não apenas em grandes usinas, mas também como unidade geradora autônoma para uso em fábricas, residências e até em veículos. Quando totalmente desenvolvido para uso automotivo, por exemplo, será possível ter um carro a hidrogênio com um tanque de gás natural e outro de água.

Reator a pistão

Batizado de Champ, sigla em inglês para reator de membrana ativa CO2/H2 a pistão, o dispositivo opera a temperaturas muito menores do que os processos convencionais de reforma do hidrogênio a vapor, consome menos água e também pode operar com vários combustíveis, como gás natural, metano, metanol ou biocombustíveis.

A chave para o processo de reação é o volume variável proporcionado pelo pistão subindo e descendo dentro do cilindro. Assim como acontece em um motor convencional, uma válvula controla o fluxo de entrada e saída dos gases à medida que o pistão se desloca para cima e para baixo.

Uma inovação chave foi a montagem de um sistema de absorção interna do dióxido de carbono (CO2), um subproduto do processo de reforma do metano, para que ele possa ser concentrado e expelido do reator para captura, armazenamento ou utilização.

Fábrica de hidrogênio de quatro tempos

De forma similar ao motor a combustão dos carros, o sistema de geração de hidrogênio de quatro tempos funciona da seguinte forma:

1º tempo – o gás natural (metano) e o vapor são puxados por sucção para dentro do cilindro através de uma válvula à medida que o pistão é abaixado. A válvula fecha-se quando o pistão atinge o fundo do cilindro.

2º tempo – o pistão sobe, comprimindo o vapor e o metano conforme o reator é aquecido. Uma vez atingido aproximadamente 400º C, reações catalíticas formam hidrogênio e dióxido de carbono. O hidrogênio sai através da membrana seletiva e o dióxido de carbono pressurizado é absorvido pelo material sorvente, que fica misturado com o catalisador.

3º tempo – com o hidrogênio tendo saído do reator e o dióxido de carbono capturado pelo sorvente, o pistão se abaixa, reduzindo o volume e a pressão no cilindro. O dióxido de carbono é liberado do sorvente para dentro do cilindro.

4º tempo – o pistão é novamente movido para cima e a válvula se abre, expulsando o dióxido de carbono concentrado e limpando o reator para o início de um novo ciclo.

“Todas as peças do quebra-cabeça se juntaram. Os desafios futuros são principalmente de natureza econômica. Nosso próximo passo será construir um reator Champ de escala piloto,” disse o professor Andrei Fedorov, coordenador da equipe.

Bibliografia:
Redação do Site Inovação Tecnológica –  21/02/2017
Comprehensive Analysis of Sorption Enhanced Steam Methane Reforming in a Variable Volume Membrane Reactor,
David M. Anderson, Thomas M. Yun, Peter A. Kottke, Andrei G. Fedorov
Industrial & Engineering Chemistry Research

Categories: Geral, Hardware